Alimentação Saudável e sua Importância em nossas Vidas

Alimentação Saudável e sua Importância em nossas Vidas

Você sabia que através de uma alimentação saudável, você pode se tornar uma pessoa mais feliz? Então, responda a si mesmo: como anda a sua alimentação? Você sabe o que é comer bem?

 

Alimentar-se é um ato comum a todos os povos e uma das atividades mais rotineiras nas nossas vidas. Ainda assim, encontrar o equilíbrio com uma rotina atribulada para ter uma alimentação saudável e balanceada é um desafio para a maioria das pessoas.

 

Neste artigo, abordaremos o conceito de alimentação saudável de uma maneira mais ampla, falando desde o processo de produção dos alimentos até o modo como nos relacionamos com o nosso corpo e a nossa mente.

 

Continue a leitura para saber mais e acompanhe os seguintes assuntos:

 

  • Significado de alimentação saudável
  • Quantidade x Qualidade
  • Mudança de hábitos alimentares
  • Alimentos considerados como vilões
  • Dietas: riscos e soluções
  • Como conquistar um corpo saudável e bonito

 

Significado de Alimentação Saudável

 

A definição de alimentação saudável ainda não é um consenso entre os pesquisadores, nutricionistas e profissionais da área. De todo modo, é preciso perguntar, antes de qualquer coisa: é saudável para quem? Isso porque, é necessário levar em consideração diversos fatores, como a produção daquele alimento.

 

Nesse sentido, alimentação saudável é aquela que é mais saudável e sustentável para toda a cadeia de produção. Atualmente, temos presenciado um modelo em que a alimentação é saudável apenas para quem está comendo, mas não para a natureza.

 

Alimentação saudável e sua relação com Impactos Ambientais

 

“Se é bom para a saúde das pessoas é bom para a saúde para o planeta”. Esta é a tradução de uma frase que marca o conceito de alimentação saudável aqui abordado.

 

Cada vez mais o alimento está ficando escasso e a qualidade dos alimentos também diminui. Hoje já existem estudos que mostram que a cada real investido na indústria de produção de animais para consumo, por exemplo, mais será necessário investir para reparar o impacto ambiental. Isso porque, um dia a necessidade de investimento para reparar esse dano à natureza será muito maior.

 

Outros estudos mais recentes trazem o conceito de sindemia, que nada mais é do que a ocorrência de uma epidemia simultânea de obesidade, desnutrição e doenças climáticas. Esta ocorre devido ao fato de que, quanto mais se utiliza recursos ambientais de forma predatória e não sustentável, mais se gera obesidade e desnutrição. Quanto mais o planeta fica doente, mais a população fica doente e vice-versa.

 

Percebe-se, assim, como pode ser ampliado o significado de alimentação saudável, para aspectos que vão além do ato de comer. É importante buscar conhecimento e informação sobre todos eles, para poder se alimentar bem, realmente.

 

Quantidade x Qualidade do alimento

 

Outro conceito que queremos aqui abordar e desmistificar diz respeito à quantidade e qualidade dos alimentos. A nutrição preza mais por alimentos de qualidade, de alimentação saudável macroscopicamente falando, do que por contar calorias.

 

Durante muito tempo, o embasamento da nutrição girou em torno da contagem de pontos, de calorias. Já passamos pelas eras do light, diet e zero. Porém, é possível notar que, se a redução da quantidade de calorias fosse a solução, não teríamos a quantidade de pessoas desnutridas que consomem esse tipo de alimento.

 

Assim, o ideal é procurar o equilíbrio, sem radicalismos. Tudo em excesso, como açúcar, sal e gordura faz mal, mas eles não são os vilões como abordaremos mais adiante. Há que se levar em consideração a importância de outros fatores, como disfunções hormonais, distúrbios do sono etc.

 

Para facilitar a conquista desse equilíbrio no seu dia a dia, seguem algumas dicas de ouro da nutricionista Camilla Almeida:

 

  1. Variedade de cores no prato, dando preferência para verduras, legumes, cereais.
  2. Refeições fracionadas, para não ter excesso de consumo de alimentos em um horário.
  3. Procedência dos alimentos, prezando por culturas que sejam sustentáveis e saudáveis para toda a cadeia.

 

Quer saber mais dicas? Então assista ao bate-papo completo com a nutricionista Camilla Almeida, pós-graduada em Nutrição Clínica e Nutrição Clínica Funcional; mestre em Alimentos, Nutrição e Saúde pela Universidade Federal da Bahia; e doutoranda em Patologia Experimental pela Fiocruz Bahia. Ela foi a participante da 47ª Live com Gelásio, que você pode assistir na íntegra clicando nesse link.

Mudança de Hábitos Alimentares

 

Não gostar de um alimento faz parte de um conjunto de memórias. Por exemplo, se em algum momento da vida você aprendeu ou teve uma experiência em que um alimento foi considerado ruim ou não saudável, você automaticamente passa a não gostar e cria um juízo de valor em torno dele.

 

A mudança de hábitos alimentares, portanto, envolve uma mudança de comportamento em relação ao alimento. Se os hábitos positivos são construídos e reforçados nas crianças, chances são de que elas se tornem adultos com hábitos mais saudáveis também.

 

Falaremos mais sobre isso a seguir, e também daremos mais algumas dicas para você que deseja mudar hábitos agora.

 

Hábitos alimentares desde a infância

 

É preciso mudar o senso comum que acredita que a criança se alimenta mal naturalmente. Desde a gravidez ou com filhos pequenos, é preciso estimular a alimentação saudável, através das dicas mencionadas anteriormente, por exemplo, oferecendo alimentos coloridos nas refeições.

 

Outra crença ainda muito comum reside na hora do recreio, ou da merenda, nas escolas. Ela é conhecida como um horário em que a criança pode comer de tudo, o que não é verdade, pois a longo prazo isso não é sustentável.

 

Um dado relevante que podemos observar é que o problema de sobrepeso e obesidade nas crianças, que hoje é visto como um problema, já existia ao mesmo tempo em que a desnutrição era combatida por programas sociais e políticas públicas.

 

Consumo regular de água

 

O corpo humano é feito por, no mínimo, mais de 50% de água, independentemente da faixa etária. Tanto é que o corpo humano consegue suportar muito mais tempo sem comer do que sem beber água.

 

Para saber a quantidade de mínima de água a ser consumida no dia, basta você multiplicar o seu peso por 30ml. Por exemplo, se você pesa 70 kg, multiplicando por 30, a quantidade mínima que você deve consumir é de 2,1 litros de água por dia.

 

Beber água durante a refeição ou não?

 

Esse é um assunto polêmico. De acordo com a nutricionista Camilla Almeida, se a pessoa já tiver o hábito de ingerir líquido durante a refeição, ela pode ingerir até 200 ml, desde que seja um líquido isotônico, como água, água de coco.

 

Refrigerante não se enquadra nessa categoria, ou melhor, está totalmente de fora. Isto porque, ele é uma bebida extremamente ácida, que atrapalha o processo digestivo, e altera a sensação de fome e saciedade. Além disso, a longo prazo, ele atrapalha a função renal e a saúde óssea. Portanto, na hora de escolher, evite o refrigerante.

 

Alimentos considerados como vilões

 

Pão

 

O pão, por si só, não é o problema; o consumo de um único alimento, nesse caso, o trigo, na forma de pão, biscoito, massa, é onde reside o problema. O trigo brasileiro não é nativo do nosso país, ele foi trazido no processo de colonização. Por esse motivo, ele tem 5 vezes mais proteínas, no formato do glúten, que é de difícil absorção pelo organismo.

 

Sal e Açúcar

 

O sal é um realçador de sabor, além de conservador, derivado do sódio. Ele promove a retenção de líquido e efeitos negativos à saúde a longo prazo. Isso motivou a criação de políticas públicas voltadas à redução de sódio.

 

Agora o mesmo está acontecendo com o açúcar. A OMS (Organização Mundial da Saúde) lançou uma diretriz para evitar cárie bucal e obesidade, na qual recomenda o consumo diário de até 50g de açúcar. A título de exemplo, só uma lata de refrigerante tem 35g.

 

Dietas: riscos e soluções

 

A partir do momento em que o indivíduo não consegue alcançar o equilíbrio mencionado anteriormente, ele parte para as dietas. Porém, conforme a nutricionista Camilla Almeida chama a atenção, dieta que tem hora pra começar também tem hora para acabar.

 

Os riscos de dietas muito restritivas podem ser a deficiência de nutrientes, que podem levar até a doenças mais tarde. É preciso trabalhar, assim, com os conceitos de alimentação saudável e qualidade de vida, mais sustentáveis, inclusive a longo prazo.

 

Uma das soluções possíveis é a prática de atividade física, que interage diretamente com uma alimentação de qualidade. O corpo foi feito para se movimentar. Realizar atividade física, com a frequência que se enquadre à realidade de cada indivíduo, traz inúmeros benefícios ao corpo, não só físico, mas também químico. Um exemplo é a sua ligação com o sono. O exercício físico é o que mais reduz o colesterol, até mesmo se comparado à alimentação.

 

Como conquistar  um corpo bonito por meio da alimentação saudável

 

A estética faz parte da saúde. A busca por resultado imediato, e às custas de qualquer coisa, não vale a pena. Melhorar a qualidade de vida acaba sendo muito mais belo que melhorar a parte de fora.

 

Para isso, é preciso considerar outros fatores importantes, como a influência das emoções, da nossa mente, e até mesmo da espiritualidade, na conquista de um corpo belo e saudável.

 

Intestino: o segundo cérebro do corpo

 

Cada vez mais fica evidente a relação entre o intestino e as nossas emoções, dentre elas, a felicidade. Isso porque, as bactérias do intestino se comunicam como os neurônios se comunicam. As bactérias boas, as probióticas, promovem a absorção de nutrientes, dificultam a entrada de toxinas no corpo e produzem os neurotransmissores do cérebro.

 

A serotonina, que é o hormônio da felicidade, é produzida no intestino. Portanto, a saúde do corpo tem a ver com a saúde do cérebro. E é assim que a nossa alimentação pode nos tornar mais felizes. 

 

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Esperamos que esse conteúdo tenha sido útil para você!

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