Tem um benefício que, na cabeça do colaborador brasileiro, vale mais do que bônus, mais do que convênio de academia e, muitas vezes, pesa tanto na decisão de ficar — ou de ir embora — quanto o próprio salário. Esse benefício é o plano de saúde.
87% dos profissionais de RH brasileiros consideram o plano de saúde essencial para atrair e reter talentos. Em um mercado competitivo, a empresa que não oferece esse benefício perde para quem oferece.
O plano de saúde passou a ser entendido como ativo estratégico. Ele reduz turnover, fortalece a marca empregadora e melhora o clima organizacional. A empresa que não oferece esse benefício pode simplesmente ficar fora do radar dos profissionais mais qualificados. Reportermaceio
Se você tem uma empresa e ainda está tratando o plano de saúde como um custo opcional, este artigo foi feito para mudar essa perspectiva.
A resposta começa pelo óbvio: colaborador saudável produz mais, falta menos e se preocupa menos com questões que não têm nada a ver com o trabalho. Mas vai muito além disso.
Oferecer um plano de saúde de qualidade é uma forma concreta e visível de a empresa dizer: “a gente se importa com você.” Essa mensagem tem um impacto profundo no engajamento e na lealdade do colaborador.
O plano de saúde empresarial deixou de ser apenas um benefício e passou a ocupar papel estratégico na atração e retenção de talentos, redução de absenteísmo, percepção de valor do pacote de remuneração e fortalecimento da marca empregadora. A discussão já não é mais apenas “oferecer ou não oferecer”. O ponto central agora é como estruturar o benefício de forma sustentável. Motim
Empresas com plano de saúde reduzem em até 25% os índices de absenteísmo e aumentam significativamente a satisfação da equipe. GPTW
O plano de saúde empresarial é um contrato coletivo contratado pelo CNPJ da empresa e oferecido como benefício aos funcionários — e, na maioria dos casos, também aos seus dependentes.
Segundo dados da ANS, o segmento de planos coletivos representa mais de 70% de todos os beneficiários de saúde privada no Brasil, o que confirma que o modelo empresarial é a forma predominante de acesso à saúde suplementar.
Diferente dos planos individuais, os planos empresariais oferecem condições mais vantajosas: custos por beneficiário menores, carências reduzidas e maior flexibilidade de negociação. O profissional pode escolher se quer participar ou não — o benefício não é obrigatório para o colaborador, mas é uma vantagem muito competitiva para a empresa que o oferece.
O plano pode ter cobertura municipal, estadual, regional ou nacional. A escolha certa depende do perfil da empresa: se você tem equipes ou colaboradores em diferentes estados, um plano de abrangência nacional é indispensável. Se a operação é concentrada em uma cidade ou região, um plano local pode oferecer melhor custo-benefício.
Em caso de internação, a acomodação determina o tipo de quarto disponível:
A escolha deve considerar o perfil dos colaboradores e o que a empresa pode sustentar financeiramente de forma consistente.
Um dos pontos mais valorizados pelos colaboradores é a possibilidade de incluir a família no plano. A empresa não é obrigada a custeá-los, mas pode criar modelos de participação — como pagar 100% do plano do colaborador e 50% do primeiro dependente, por exemplo. Isso amplia muito o valor percebido do benefício.
A coparticipação é uma taxa paga pelo beneficiário ao utilizar determinados serviços, como consultas, exames e pronto-atendimento. Ela torna o plano mais barato para a empresa e estimula o uso consciente pelos colaboradores.
A coparticipação pode ser usada como ferramenta de engenharia do benefício, negociação e controle de uso — e não apenas como repasse de custo ao funcionário. O modelo funciona melhor quando há política clara, comunicação transparente e estrutura equilibrada. Motim
Carência é o período após a contratação durante o qual alguns serviços ainda não estão cobertos. As carências máximas definidas pela ANS para planos PME são:
Ponto importante: planos empresariais com mais de 30 vidas geralmente não têm carências. Para grupos menores (PME), as carências existem, mas são as mínimas exigidas por lei.
O reajuste dos planos empresariais é calculado com base na sinistralidade do grupo — ou seja, no quanto os colaboradores usam o plano. Por isso, estimular o uso consciente e preventivo é uma estratégia inteligente para controlar os custos na renovação.
Em 2026, a tendência é de maior profissionalização na gestão dos benefícios corporativos, com ampliação de modelos mais controláveis, maior uso de dados, fortalecimento da telemedicina e foco em atenção primária. Motim
Com mais de 15 anos de experiência no mercado de planos de saúde da Bahia e em todo o Brasil, a Anubis Seguros entende que não existe um plano perfeito universal — existe o plano certo para cada perfil. Por isso, nossa recomendação segue uma hierarquia clara:
Para profissionais que não têm acesso ao plano via empresa ou que preferem um contrato individual:
A modalidade com melhor custo-benefício disponível no mercado. O plano coletivo empresarial pode custar 30% a 40% menos por beneficiário do que um plano individual equivalente.
A Anubis trabalha com a SulAmérica para grupos de 3 a 29 vidas — IDSS acima de 0,92 no ranking da ANS, custo-benefício sólido, rede robusta em todo o Brasil e excelente capacidade de negociação em renovações.
Para colaboradores sem CNPJ e sem acesso a plano coletivo via empresa, a Anubis indica a SulAmérica via Qualicorp / Extramed, com abrangência nacional — ideal para equipes distribuídas em diferentes estados ou para colaboradores que moram fora de Salvador.
É tentador enxergar o plano de saúde apenas como uma despesa mensal. Mas quando você coloca na ponta do lápis o que ele representa em retorno, a conta muda completamente.
Trocar um funcionário custa em média de 50% a 200% do salário anual dele, contando recrutamento, treinamento e perda de produtividade. Um plano de saúde bem estruturado é uma das formas mais eficientes de segurar o time.
Além disso, dependendo do regime tributário, as despesas com plano de saúde para colaboradores são dedutíveis como custo operacional no Imposto de Renda da pessoa jurídica — o que reduz o impacto financeiro real do benefício para a empresa.
O mercado coletivo no Brasil somou 2,93 milhões de novos beneficiários em menos de três anos, evidenciando o crescimento estrutural do modelo empresarial e a mudança na cultura organizacional das empresas brasileiras. Reportermaceio
O plano de saúde para funcionários não é gasto. É o investimento com um dos melhores retornos que uma empresa pode fazer — em produtividade, em clima, em reputação e na capacidade de atrair e manter as pessoas certas.
A Anubis Seguros é referência no mercado de planos de saúde da Bahia e atende empresas em todo o Brasil com consultoria gratuita, conhecimento técnico de quem vive esse mercado há mais de 15 anos e o calor humano de quem entende que cuidar de gente é a melhor estratégia de negócio.
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