Você chegou num pronto-socorro e ficou em dúvida sobre o que vai acontecer? Ou está pesquisando se o seu plano de saúde cobre um atendimento urgente? Então você está no lugar certo.
Urgência e emergência são dois termos que parecem sinônimos, mas têm significados diferentes no campo da saúde e regras distintas dentro dos planos de saúde. Entender essa diferença pode evitar surpresas desagradáveis na hora em que você mais precisa de clareza.
Urgência é uma situação em que o atendimento médico em curto prazo é necessário, mas sem risco imediato de morte. A gravidade existe porque, se a situação não for tratada dentro de um prazo razoável, pode evoluir para algo mais sério. Mas o paciente tem uma janela de tempo antes que o quadro piore.
Emergência é uma situação em que o atendimento médico precisa acontecer imediatamente, porque existe risco real e iminente de morte. Nenhum minuto pode ser desperdiçado.
Por isso, pacientes em estado de emergência têm prioridade absoluta no atendimento hospitalar. Em um pronto-socorro, eles passam na frente de todos os demais casos.
A forma mais direta de resumir é esta: urgência pode esperar um pouco, emergência não pode esperar nenhum pouco.
Ambas demandam atendimento médico. A diferença está no grau de risco de vida e na velocidade com que esse atendimento precisa acontecer. As definições são regulamentadas pelo Conselho Federal de Medicina na Resolução CFM nº 1451/95.
Em ambos os casos, o caminho indicado é o pronto-socorro. Casos de menor gravidade dentro do espectro da urgência também podem ser atendidos em ambulatórios, dependendo da disponibilidade e do quadro clínico.
Quando você chega a um pronto-socorro, não é atendido por ordem de chegada. Existe um sistema de triagem chamado Protocolo de Manchester, criado na cidade inglesa de mesmo nome, que classifica o grau de risco de cada paciente assim que ele entra no hospital.
Cada paciente recebe uma cor que indica a prioridade do atendimento:
Esse sistema existe para garantir que quem corre mais risco seja atendido primeiro, independente de quem chegou antes.
Qualquer plano de saúde com cobertura hospitalar, ou seja, que não seja exclusivamente ambulatorial, cobre atendimentos de urgência e emergência. Mas há dois pontos que você precisa conhecer antes de precisar acionar.
A carência para urgência e emergência é de apenas 24 horas a partir da vigência do contrato. Isso significa que, na prática, você já pode acionar o plano para esses casos no dia seguinte à contratação.
Essa carência curta existe porque o entendimento é que ninguém contrata um plano de saúde para usar imediatamente em uma urgência ou emergência. Esses eventos são imprevisíveis por natureza.
É importante destacar que essa regra se aplica principalmente a acidentes pessoais, como quedas, acidentes de trânsito e situações similares. Para condições de saúde que já existiam antes da contratação, as regras de Cobertura Parcial Temporária podem se aplicar.
Se o seu plano tem coparticipação, ela incide também nos atendimentos de urgência e emergência. E atenção: os valores de coparticipação para consultas no pronto-socorro costumam ser mais altos do que os de consultas eletivas, justamente porque o custo desse tipo de atendimento é maior para a operadora.
Antes de contratar, vale entender qual o valor de coparticipação praticado para esse tipo de evento no produto que você está avaliando. A Anubis detalha isso antes de qualquer assinatura.
Esse é um ponto que causa muita confusão e pode resultar em situações muito difíceis. Planos exclusivamente ambulatoriais, como os da Boa Saúde, cobrem apenas consultas e exames. Se você precisar de internação decorrente de uma urgência ou emergência, esse tipo de plano não vai cobrir.
A Anubis sempre esclarece essa limitação antes de recomendar um plano ambulatorial. Para quem quer cobertura completa incluindo internações de urgência e emergência, o plano precisa ter cobertura hospitalar.
A resposta depende do seu perfil. A Anubis avalia sempre nessa ordem:
Para pessoas físicas de 0 a 58 anos, o plano individual com cobertura hospitalar completa é sempre o ponto de partida. Em Salvador e na região metropolitana, diferenciamos dois perfis:
Planos Completos (linha Select): cobrem urgências, emergências, internações e cirurgias desde as primeiras 24 horas de vigência. São a proteção mais abrangente para quem quer estar coberto em qualquer situação.
Planos Ambulatoriais (Hapvida e Boa Saúde): cobrem consultas e exames, mas não cobrem internação. Em casos de urgência que exijam hospitalização, essa cobertura não é suficiente. Indicados apenas para quem entende e aceita essa limitação.
Para empresas que querem garantir cobertura de urgência e emergência para toda a equipe, o plano PME é a segunda opção avaliada. A Anubis trabalha com grupos de 3 a 29 vidas, com regras que variam conforme o formato jurídico:
Para quem não tem CNPJ e não se enquadra no plano individual, o adesão é o caminho. Para cobertura nacional em urgências, a Anubis recomenda a SulAmérica via Qualicorp e Extramed, com atendimento em rede credenciada em todo o território brasileiro.
O problema com urgências e emergências é exatamente esse: elas não avisam quando vão acontecer. Quem está descoberto no momento em que precisa enfrenta dois problemas ao mesmo tempo, o médico e o financeiro.
A Anubis Seguros está em Salvador e atende em todo o Brasil. A gente analisa o seu perfil, explica o que cada plano cobre de verdade em situações de urgência e emergência, e garante que você assine um contrato sabendo exatamente o que tem.
A consultoria é gratuita, o atendimento é feito por pessoas de verdade e a nossa remuneração vem das operadoras, nunca de você.
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